O papel chave da TI para implantações de novos sistemas no hospital

 

 

Implantação TI

 

Você já parou para pensar em toda a complexidade existente por trás dos sistemas que um hospital utiliza para controlar sua rotina diária? Pois é, depois que tudo está pronto e funcionando a contento, poucas pessoas se preocupam em como aquele sistema tão importante nasceu, foi desenvolvido, nem nos processos necessários durante as implantações TI.

Mas o fato é que sem esses sistemas, os hospitais não conseguiriam mais funcionar. Haveria um colapso pela falta de informações ou insumos, algo impossível de ser controlado nos dias de hoje de forma manual. Mas os sistemas de informação estão em todos os lugares, poderiam dizer alguns, e não deixa de ser verdade, mas também é verídico o fato de que implantações TI em outros ambientes menos críticos são muito mais fáceis de serem planejadas e executadas.

Em outras empresas, cujo trabalho pode ser interrompido por algumas horas ou dias, basta fazer uma programação, parar tudo e implantar o que precisa ser implantando, recolocando tudo em funcionamento horas depois, mas isso é impensável num ambiente hospitalar.

Nesses ambientes, qualquer mudança ou implantação precisa ser pensada e planejada com extrema cautela, já que ela terá que ser realizada “à quente”, ou seja, sem que os trabalhos sejam interrompidos, já que há vidas em jogo e o hospital não pode parar de trabalhar.

 

O planejamento das Implantações TI

Implantações TI ou qualquer mudança realizada em um ambiente como o de um hospital necessitam de planejamento. Nessa fase administradores, responsáveis operacionais e técnicos de TI fazem reuniões para definir o que precisa ser implantado e definem um
cronograma com datas e responsabilidades.

É nessa fase que devem ser pensadas as contingências, ou seja, o “plano B” para o caso de algo sair errado, assim como prever um “rollback” que é a possibilidade de desfazer a implementação e voltar ao estado anterior caso algo ocorra fora do planejado.

Nessa fase também são definidos pormenores como quais serão os técnicos a fazerem o trabalho, permissões de acesso, laudos técnicos e toda a documentação necessária para que o novo sistema se torne realidade.

 

Implementação

Em seguida ao planejamento vem a execução. Técnicos da empresa de TI instalarão os novos componentes físicos ou virtuais, passarão novos cabos, instalarão aplicativos e treinarão os usuários sobre as novas facilidades a serem utilizadas por eles. Essa é uma fase importante das implantações TI porque é nela que se descobrem situações não planejadas durante a fase de planejamento como limitações do prédio, da rede elétrica, licenças adicionais de programas e outros imprevistos que não puderam ser visualizados na
etapa anterior.

Mais uma vez administradores e empresa fornecedora devem estar em constante contato para corrigirem esses problemas antes de colocar as novas ferramentas em uso, já que esses detalhes podem causar transtornos de grande monta se não forem corrigidos em tempo.
Essa pode ser uma etapa de muito stress já que os imprevistos costumam gerar duas situações bastante desagradáveis em implantações TI que são os atrasos no cronograma e o aumento nos custos planejados, mas, como é de um hospital que estamos falando, é importante que o projeto já tenha sido feito com uma “gordura” em termos de tempo e dinheiro para justamente acomodar esses ajustes.

 

Virada

A fase final de implantações TI é conhecida como virada. É o momento crucial onde o sistema antigo dá lugar ao novo e é entregue nas mãos dos usuários. Isso não quer dizer que tudo está finalizado e a empresa de TI pode deixar as instalações do hospital em definitivo,
mas o momento de observar e testar as novas funcionalidades. É extremamente recomendado que haja um acompanhamento dos trabalhos por algum tempo pré-acordado que pode variar de um dia até alguns meses nos casos maiores.

Após esse tempo de acompanhamento o sistema é considerado operacional e a empresa de TI pode passar a acompanhar de forma remota, executando manutenções de forma periódica como de costume.

Como se pode ver, o papel de TI num hospital é crítico e não pode ser tratado como as implantações TI comuns, sendo necessário um acompanhamento mais próximo e criterioso, mas vale a pena devido ao importante serviço prestado pelo hospital.

 

Fonte: GTT Healthcare – Blog

 

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