Governança corporativa, compliance e gestão de riscos. O setor de saúde está preparado?

(Foto: Divulgação)

Na era das transformações constantes, com mudanças no ambiente regulatório, tecnológico e grandes desafios, qual metodologia pode ser utilizada por gestores e colaboradores do sistema de saúde para mitigar riscos e garantir a melhoria contínua nos processos das instituições? Entender as regras do jogo não é mais um diferencial competitivo e, sim, algo imprescindível para a atuação e, sem exageros, para a sobrevivência do setor.

Diante disso, a capacitação de líderes e profissionais do sistema em governança corporativa, compliance e gestão de riscos é fundamental para a implementação e manutenção do setor de saúde. Por isso, também estão entre as principais competências de um gestor, segundo o site do Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde (Cbexs), que ainda acrescenta: “E a adoção de melhores práticas abrange todas as áreas dentro da instituição, não somente a diretoria”.

Portanto, preparar os profissionais do mercado para lidar com tudo isso é fundamental. “Eles precisam conhecer e, principalmente, entender e internalizar os conceitos de governança corporativa, compliance e gestão de riscos em suas atividades diárias e de suas instituições, para que estejam preparados para as mais diferentes situações e, com isso, saibam lidar de forma ágil perante a resolução, além de proteger a reputação de suas organizações, principal ativo nos dias de hoje. E é este o objetivo do curso intensivo ‘Governança, compliance e gestão de risco’, que chamamos de três em um, da Universidade Corporativa Abramge (UCA), em parceria com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBCG), que inicia no próximo dia 23 de setembro”, explica Carlito Marques, presidente da UCA.

Afinal, qual é o papel da governança corporativa em uma instituição de saúde?

Se fosse para definir em um termo o que é governança corporativa, certamente, ele seria “boas práticas”, já que é a base para a criação de normas internas voltadas para minimizar conflitos inerentes a gestão das organizações, em virtude de sua estrutura, legislação e cultura.

De acordo com o IBGC, o cenário de mudanças constantes inerentes ao setor, inclusive, justifica a importância das boas práticas para perenidade das organizações do segmento, independentemente de sua forma (instituições sem fins lucrativos, empresas familiares, cooperativas, sociedades anônimas ou limitadas).

Por este contexto, o curso “Governança, compliance e gestão de riscos” trará no módulo “governança”, as vantagens, em médio e longo prazo de sua aplicação na empresa, bem como o papel dos agentes da governança- acionistas, conselho de administração, órgãos de controle e gestão – e seu relacionamento.

“Como criar uma estrutura de governança, código de ética e os principais desafios para obter um programa de governança corporativa de sucesso, também, serão destaques do conteúdo destinado aos profissionais do setor durante o curso”, conta Carlito Marques, presidente da UCA.

Compliance, eis o xis da questão

Esta é a era das transformações, não é mesmo? Principalmente, em termos de Brasil. Transformações e desafios. E esta pode ser considerada também a era do compliance. No segmento de saúde, responsável por avaliar o ambiente normativo, regulatório e riscos particulares de cada atividade, o compliance ainda tem como função, gerenciar políticas, aplicar treinamentos, atuar com processos e mecanismos de identificação de desvios quando se fala em qualidade e conformidade.

“Como fazer tudo isso? Por onde começar? E como envolver os públicos internos e toda a cadeia de interesse da instituição?” são algumas das perguntas que os participantes conhecerão, a partir do próximo dia 23 de setembro, no curso de “Governança, compliance e gestão de riscos”, da UCA, em parceria com o IBCG.

As inscrições ainda estão abertas, mas restam poucas vagas. Para saber mais detalhes, clique aqui.

“Prevenir riscos nunca foi tão importante”

“Pode parecer algo comum e que todos já ouviram falar inúmeras vezes, mas prevenir riscos nunca foi tão importante como neste exato momento para o setor de saúde, afinal, ninguém quer que sua instituição apareça no noticiário, nem nas mídias sociais, diante de uma situação de crises, não é mesmo?”, ressalta Carlito Marques, presidente da UCA.

Para evitar manchetes como as do episódio do incêndio na última semana em uma organização do setor, é preciso no mínimo considerar que ela pode acontecer. E isso começa por compreender os riscos inerentes às atividades da sua empresa. “A partir daí será necessário construir uma matriz de riscos com identificação das possíveis problemáticas, tratamento que será dado e mensuração”, explica o executivo.

Fonte: Portal Terra.

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