Estudo feito com o DRG Brasil relaciona cesariana e tempo de permanência hospitalar

Artigo publicado na Revista Saúde Pública analisou fatores associados ao tempo de permanência hospitalar de mulheres submetidas à cesariana, utilizando a base de dados DRG Brasil®.

(Foto: Freepik)

Em estudo publicado pela Revista de Saúde Pública da USP foi avaliado em um grupo de mulheres de 15 a 17 anos e 45 anos ou mais, os tipos de complicações e comorbidades durante internação submetidas à cesariana. A análise teve como embasamento dados coletados da plataforma de governança clínica, DRG Brasil®.

A pesquisa realizada entre junho de 2012 e julho de 2017, analisou cerca de 64.437 casos de pacientes submetidas à cesariana e que não apresentaram condições adquiridas durante o tempo de permanência hospitalar.

Para avaliar a prevalência das condições adquiridas foi utilizado para diagnóstico inicial o DRG 765, junto de estudo estatístico.

Pode-se concluir, portanto, que o tempo de permanência hospitalar é maior em gestantes de 15 a 17 anos e 45 anos ou mais e que a presença de comorbidades está associada a complicações como eclâmpsia, distúrbio hipertensivo e hipertensão gestacional.

Leia AQUI o estudo na íntegra.

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Referência bibliográfica: Pereira SL, Silva TPR, Moreira AD, Novaes TG, Pessoa MC, Matozinhos IP, et al. Fatores associados ao tempo de permanência hospitalar de mulheres submetidas à cesariana. Rev Saude Publica. 2019;53:65.

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